Comissão de Honra

Luís Valente de Oliveira
Presidente da Comissão de Honra

Matias Ramos

Sebastião Feyo de Azevedo

Manuel Joaquim Reis Campos

Ondina Beatriz Afonso

Alexandra Feliz

Amílcar Gonçalves

André Antas de Oliveira

António Ardisson

António Augusto Fontaínhas Fernandes

António Balcão Reis

António Carlos Rodrigues

António Carlos Teixeira Duarte

António Cunha

Arlindo Oliveira

Carla Isabel da Costa Ferreira

Carlos Alberto Diogo Soares Borrego

Carlos Alberto Ribeiro de Oliveira

Carlos Martins

Carlos Mota dos Santos

Castro Fernandes

Filipe Moura

Francisco Jacinto Lopes

Jaime Piçarra

João Carlos Gonçalves Lanzinha

João Falcão e Cunha

João Hipólito

João Rodrigues

Jorge Nunes

Jorge Soares

José Luís Rosa de Almeida

José Manuel Freitas

José Mendes

José Ramalho Fontes

José Vieira

Luís Alves Dias

Luís Amaral

Luís Costa Neves

Luís Leite Ramos

Manuel Martins da Costa

Maria José Teixeira Dias

Mário Augusto Tavares Russo

Patrícia Franganito

Paulo A. Ribeirinho Soares

Paulo Pereira

Paulo Rodrigues

Pedro Alves

Pedro Arezes

Pedro Fino

Pedro Gray

Ricardo Campos

Rosa Miranda

Sebastião Gaiolas

Sofia Vaz Pires

Teresa Salema

Victor José de Almeida e Sousa Lobo

Declaração

Eng.º Luís Valente de Oliveira

No princípio do próximo ano terão lugar eleições para guarnecimento dos órgãos nacionais e regionais da Ordem dos Engenheiros.

Um acto desses nunca deve ser considerado como uma rotina destinada a replicar procedimentos já conhecidos. Ele deve valorizar a inovação das ideias e das práticas porque a evolução reclama a introdução de novas formas de proceder definidas após apreciação dos desafios a que temos de responder. O mundo tem evoluído a ritmo nunca dantes observado. As pessoas querem, naturalmente, beneficiar das conquistas da ciência e da tecnologia, impondo-se fazer sempre melhor e mais barato, de modo a poder fazer beneficiar o maior número dos frutos desse progresso. Ora, os Engenheiros têm, nessa melhoria das condições de vida, um grande papel a desempenhar.

Sucede, porém, que a velocidade de evolução dos conhecimentos reclama uma actualização permanente dos profissionais que os mobilizam, impondo-se por isso a actualização permanente dos Engenheiros, voltando à Escola ou frequentando acções de formação específica a que a sua associação profissional não pode ficar alheia.

Também a vida em sociedade se tem vindo a tornar mais complexa. As pessoas sabem mais, estão mais despertas para as obrigações de cada um, vêm-se tornando progressivamente mais exigentes em relação às respostas que lhes são dadas, estando informadas acerca do que se passa em toda a parte do mundo e estabelecendo facilmente comparações com a situação nos países mais desenvolvidos.

Tudo isso leva a que o exercício da profissão de Engenheiro esteja em evolução permanente, não só nos conhecimentos em que se fundamentam as suas práticas mas também nas formas que assumem as suas relações com os muitos outros com os quais têm de articular a sua acção.

Tendo passado a viver em ambientes cada vez mais dinâmicos e complexos não seria natural que a vida associativa profissional escapasse à exigência crescente geral. Por isso se tornou tão importante a mundividência de cada um e, especialmente, daqueles que têm funções de coordenação e de articulação com outras dimensões além das técnicas, como sucede correntemente com os Engenheiros que evoluíram nas suas carreiras. Por isso é tão importante eleger, para guarnecer os novos órgãos, Colegas com um conhecimento abrangente dos muitos enquadramentos em que se exerce a profissão. Todos devem estar actualizados em termos técnicos. Mas também se impõe que possuam uma visão alargada das circunstâncias económicas, sociais e políticas em que decorre a nossa vida colectiva.

É com satisfação que se vê existirem candidatos bem preparados e que sentem o impulso generoso de pôr as suas qualidade inatas, o seu saber e a sua experiência ao serviço dos seus Colegas e, afinal, também do País uma vez que é este o beneficiário da sua aplicação.

Entre eles está o Eng. Fernando Almeida Santos, um profissional com provas dadas, tendo exercido actividade em Portugal, noutros países da Europa, na América Latina e em África, por essa via vendo alargado o seu espaço de acção e o seu quadro político e social de operações. É, por isso, com grande satisfação, que manifesto o meu apoio à sua candidatura ao cargo de Bastonário, para cujo desempenho levará a inestimável experiência que adquiriu, ao longo dos seis anos como Vice-presidente da Ordem

Porto, setembro de 2021
Luís Valente de Oliveira (Engº)